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 Economia paraense respondeu por mais de 50% das novas vagas da região Norte

O Pará terminou setembro com saldo positivo de 5.297 ocupações com carteira assinada, refletindo 25.479 contratações e 20.182 desligamentos. Os dados são da mais recente edição do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada nesta quinta-feira (17) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O destaque no mês foi a Indústria de Transformação, com 1.386 novas vagas, e o Comércio, com 1.136 ocupações formais. A região Norte, como um todo, gerou 9.352 ocupações formais no mês passado. Ou seja, o Pará respondeu por mais da metade do saldo positivo de toda a região no período, indica o Caged.

Desempenho nacional

O Brasil gerou 157.213 vagas de ocupações formais em setembro. É o melhor setembro desde 2013, quando foi registrado fechamento positivo de 211.068 vagas. Pela primeira vez no ano, todas as 27 unidades da federação apresentaram fechamento positivo na oferta de vagas formais de trabalho, aponta o Caged.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2019, o país tem a geração de 761.776 ocupações, o que representa elevação de 1,98% no estoque total (que atingiu 39.172.204 ocupações formais ao final de setembro deste ano). Nos nove primeiros meses do ano passado, a nação brasileira tinha gerado 719.089 novos ocupações. O fechamento acumulado entre janeiro e setembro deste ano, portanto, é 6% melhor que o de igual período do ano passado.

O emprego formal teve fechamentos positivos em sete segmentoes econômicos em setembro e saldo negativo em apenas um segmento. Os segmentoes com números positivos foram Serviços (+64.533 vagas); Indústria da Transformação (+42.179); Comércio (+26.918); Construção Civil (+18.331); Agropecuária (+4.463); Extrativa Mineral (+745) e Administração Pública (+492). O único segmento com fechamento negativo foi o de Serviços Industriais de Utilidade Pública (-448 vagas).

Leia mais: http://trabalho.gov.br/noticias/7322-para-gera-5-297-ocupações-com-carteira-assinada-em-setembro