A Secretaria da Saúde (SES) projeta a abertura de 50 leitos de internação no Hospital Regional de Santa Maria na segunda metade de abril, sendo 40 clínicos e dez de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para o tratamento de pacientes com Covid-19. Na sexta-feira (3/4), o hospital começou a receber a primeira parte do mobiliário, proveniente de doações de diversas empresas e de compras por licitação. O Exército auxilia na logística de entrega dos equipamentos. Outros 80 leitos, de um total programado de 130, seguem com previsão de inauguração para julho.

Em paralelo, estão ocorrendo as obras de adequação do prédio para o funcionamento dessas alas hospitalares, com recursos de R$ 7 milhões provenientes do Tesouro do Estado. A secretária da Saúde, Arita Bergmann, falou que a região central tem carência de leitos e, em meio à pandemia do coronavírus, a abertura definitiva do hospital será importante para garantir melhor atendimento aos moradores das comunidades locais.

“Esse hospital é de suma importância para o Rio Grande do Sul. Estamos em um momento difícil, no qual aumenta a necessidade por hospitais em funcionamento. O Hospital Regional já vem funcionando por meio do seu ambulatório, mas agora estamos avançando para, em breve, abrirmos a assistência hospitalar”, destacou Arita.

“Estamos realizando uma verdadeira força-tarefa, envolvendo diversos segmentoes da Secretaria da Saúde, como coordenadoria regional, assessoria jurídica, vigilância sanitária, Fundo Estadual da Saúde e outros, assim como os parceiros da Fundação Universitária de Cardiologia (FUC), gestores do hospital, e do município de Santa Maria”, explica a secretária-adjunta da Saúde, Aglaé Regina da Silva. “Adiantamos a abertura desses leitos, que estavam programados para estar disponível para a população em julho, para o enfrentamento à epidemia que estamos vivenciando.”

O Hospital Regional de Santa Maria foi inaugurado parcialmente oferecendo serviços ambulatoriais de doenças crônicas, desde julho de 2018, e de cardiologia, desde julho de 2019.

Texto: Marília Pereira Bissigo/Ascom SES
Edição: Secom