Um grupo de 526 extrativistas de pequi, umbu e mangaba de Minas Gerais receberão, a partir deste mês, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cerca de R$ 1,6 milhão pagos em subvenções por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

Os valores são referentes ao bônus aplicado quando os extrativistas comprovam a venda de produto extrativo por preço inferior ao mínimo fixado pelo Governo Federal. Os contemplados nos pagamentos atuais são moradores dos municípios de Lontra, Luz, Montezuma, Patis, Santo Antônio do Retiro, São João da Lagoa, Cambuí, Claro dos Poções, Coração de Jesus, Grão Mogol, Córrego Danta, Córrego do Bom Jesus e Japonvar.

Em 2019, a Conab concedeu, por meio da PGPM-Bio em Minas Gerais, o valor total de R$ 7.179.220,08, distribuídos em 2.608 operações. Dos sete produtos na pauta do estado, seis apresentaram acessos: juçara, mangaba, macaúba, pequi, pinhão e umbu. Apenas o baru, que tem sido vendido acima do preço mínimo, não apresentou operações de pagamento. Ao todo, foram 35 municípios contemplados. 

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