Durante debate virtual promovido pelo TCU, Tarcísio de Freitas ressaltou os desafios para dar continuidade aos projetos do segmento durante a crise do Coronavírus

A continuidade do programa de concessões do Governo Federal é essencial para a retomada do progresso do país no período após a pandemia do novo Coronavírus. A afirmação é do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que participou, na manhã desta terça-feira (5), de um debate virtual (webinário) promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Coordenado pelo Grupo Temático de Infraestrutura do Centro de Altos Estudos em Controle e Administração Pública (Cecap) do TCU, o encontro teve por objetivo promover a discussão sobre os desafios da pandemia da Covid-19 para o segmento de infraestrutura do país.

Freitas ponderou a importância do diálogo entre o Governo Federal e os órgãos de controle e reafirmou o compromisso do Minfra em manter o cronograma de concessões. “O ministério segue em diálogo constante com o TCU e vem trabalhando para que os impactos da pandemia não prejudiquem nosso cronograma de projetos. Teremos que fazer alguns ajustes, mas estamos trabalhando para deixar um ambiente de negócios cada vez mais propício e atrativo”, destacou.

O ministro reiterou a discussão que existe para o reequilíbrio dos contratos de concessões e que está analisando caso a caso. “Antes da pandemia já existiam concessionárias com problemas na execução dos contratos, e não podemos deixar que a crise da pandemia seja tábua de salvação para postergação desses processos que já tinham um alto grau de inadimplemento”, comentou Tarcísio.

Durante o debate, Freitas defendeu que os estudos de concessões que estão em curso estão contemplando o cenário futuro e que um esforço está sendo feito para tornar os projetos mais aderentes à nova realidade. “Estamos vivendo realmente um ambiente difícil com a crise do Coronavírus, mas temos ciência que a aceleração dos investimentos privados nas concessões de infraestrutura terá um papel fundamental para uma retomada mais forte da atividade econômica”, finalizou.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura