Cientista brasileiro liderando uma das iniciativas isolou material terapêutico de pacientes em Nova York

Rafael Garcia

18/05/2020 – 05:30

Imagem de microscópio eletrônico colorizada artificialmente mostra unidades de coronavírus COVID-19 emergindo de célula de paciente infectado nos EUA Foto: NIAID/RML/NIH Imagem de microscópio eletrônico colorizada artificialmente mostra unidades de coronavírus COVID-19 emergindo de célula de paciente infectado nos EUA Foto: NIAID/RML/NIH

SÃO PAULO – Com drogas já existentes mostrando eficácia baixa contra a Covid-19 e os testes clínicos de vacinas a mais de um ano de distância, uma “ponte” para ajudar a combater a pandemia é a terapia de anticorpos, proteínas de ataque do sistema imune. Michel Nussenzweig, cientista brasileiro da Universidade Rockefeller, de Nova York, anunciou já ter material com potencial de uso e pretende começar a testá-los em humanos até o início de setembro.

— Esses anticorpos que conseguimos clonar são extremamente potentes e podem vir a ser usados de duas maneiras — explica Nussenzweig, em entrevista ao GLOBO. — Uma é como terapia para eliminar o vírus em indivíduos muito doentes, outra é o uso em indivíduos não infectadas para prevenir infecção.

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