Inova HFA desenvolve ações para dar mais agilidade e qualidade ao atendimento médico

Um projeto inovador e revolucionário na área da saúde. É o Inova HFA, lançado esta semana. Desenvolvido pelo Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, com a parceria dos Ministérios da Saúde; e da Ciência, Tecnologia e Inovações, pretende incentivar e acelerar o desenvolvimento de tecnologias médicas.

A ideia é desenvolver práticas que contam com o uso da inteligência artificial, para levar agilidade e qualidade no atendimento ao paciente. O projeto está sendo implantado na capital federal. Nesta primeira fase, o Hospital das Forças Armadas funcionaria como uma espécie de laboratório para testar ideias novas, digitais e inteligentes na área da saúde. A partir do momento que os projetos tivessem a eficácia comprovada, seriam expandidos e replicados para o restante do país.

O Inova HFA vai contar com iniciativas inovadoras e tecnológicas de universidades e startups, empresas que possuem uma proposta de negócio inovadora e com grande potencial de crescimento.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, participou do lançamento do projeto nesta segunda-feira (22) e explicou que os equipamentos são baseados em pesquisa, voltados para aplicações direta na saúde, seja desde o tratamento, até o acompanhamento do paciente.

“São, também, equipamentos para facilitar a vida dos médicos, do corpo médico como um todo, dos profissionais que trabalham nos hospitais e até a própria manutenção do hospital. Eu digo isso em termos de energia renovável e outras possibilidades que nós temos para reduzir custos, melhorar a eficiência dentro do hospital”, disse

 Algumas dessas iniciativas já estão sendo testadas pelo projeto Inova. E o maior desafio, atualmente, é ajudar no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. O Hospital das Forças Armadas está avaliando um sistema de inteligência artificial, um robô, conhecido como Laura, que monitora pacientes internados e ajuda a equipe médica a antecipar sinais de piora clínica de doentes.  

“É uma ferramenta para os médicos que ficam monitorando o resultado dos pacientes, e, assim que o sistema detecta algum tipo de tendência a agravamento de situação, ele já avisa aos médicos para que eles tomem providências”, disse o ministro.

Segundo ele, a ideia é que, além do robô Laura, existam no país outros tipos de equipamentos usando a inteligência artificial, para auxiliar os profissionais de saúde no cuidado ao paciente.

“As aplicações de ciência e tecnologia para a área de saúde são primordiais para o país. Através de um convênio como esse, a gente tem o desenvolvimento dessas soluções em conjunto com o hospital, em conjunto com os médicos, em conjunto com a gestão do hospital, o que, pra gente, traz o sentido prático do uso da pesquisa e do desenvolvimento das soluções para o país”, disse Marcos Pontes.

Outro trabalho que está sendo desenvolvido pelo Inova, é o atendimento via telemedicina. Nesse cenário, o usuário poderá ser atendido 24 horas por dia, sete dias por semana, no Brasil ou no exterior, diretamente do tablet, celular ou computador. O objetivo é evitar que o paciente se desloque até uma unidade de saúde em busca de atendimento, evitando qualquer tipo de exposição e contaminação, em especial neste momento de pandemia.

 

 

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