Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, é reaberto para visitantes

RETOMADA

Retomada das atividades no local acontece de forma gradual, obedecendo a todas as medidas para garantir a segurança sanitária dos visitantes

Por Victor Maciel

17_04_18_LuciolaVilella_Pedra_da_Gavea_RJ_MTur.jpg

Vista da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. Crédito: Luíola Vilella/ MTur

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) reabriu nesta quinta-feira (09.07) mais um importante atrativo turístico do país: o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A retomada das atividades no local acontece de forma gradual, obedecendo a todas as medidas para garantir a segurança sanitária dos visitantes. Em junho ouros parques foram reabertos: Aparados da Serra e Serra Geral, no Rio Grande do Sul, o de Brasília e o de Foz do Iguaçu (PR).

Entre as medidas adotadas, está a redução no número de visitantes e o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas. Além disso, o uso de cachoeiras, duchas, reservatórios, pequenas lagoas e a realização de confraternizações nas áreas abertas ainda não será permitida. Também não será possível o acesso aos mirantes e áreas de convivência ao ar livre, como espaços para piquenique e churrasco. O Cristo Redentor não estará aberto nesse momento.

Para alertar a população, o parque está todo sinalizado com cordões de isolamento nas áreas onde não estão permitidas a circulação e serão instalados banners com regras gerais para o funcionamento do parque. Devido à diversidade de atividades realizadas no local, outros protocolos devem ser estabelecidos: para o funcionamento da rampa de voo livre,  do Parque Lage, além de orientações para as atividades voltadas aos operadores de turismo que atuam nos limites da unidade de conservação.

Segundo o ICMBio, o Parque Nacional da Tijuca recebeu no ano passado quase 3 milhões de pessoas e é o campeão de visitas no Brasil. Desde o mês de março, as atividades de visitação nos parques nacionais e demais unidades de conservação foram suspensas, devido à pandemia do novo coronavírus.

Edição: Rafael Brais