Leston diz que trabalhou mais o psicológico do que tática

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Rafael Melo/Santa Cruz Leston ainda falou da expectativa do reencontro com a torcida Rafael Melo/Santa Cruz

Os traumas recentes do Santa Cruz não foram ignorados na preparação para o jogo eliminatório da Copa do Nordeste contra o Floresta, nesta nesta terça-feira (19), na Arena de Pernambuco. Segundo Leston Junior, o trabalho em prol da força mental dos atletas foi maior inclusive do que na parte tática. 

Ele ressaltou que tentou passar para os atletas que a melhor maneira de superar o trauma da queda é respondendo no campo. “Uma situação que a gente atacou muito, talvez até mais do que a questão tática, foi a questão emocional de tentar diminuir as sequelas da temporada ruim. Da forma que aconteceu, o rebaixamento tem uma carga e um peso grande e você precisa de um certo tempo para digerir isso”, apontou.

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“A melhor maneira é reagindo positivamente na próxima competição. Quando a gente fala que trabalhou muito a questão emocional neste período de 18 dias fui mais voltada para isso”, continuou. Preparado mentralmente, Leston que ainda ressaltou que o tempo de preparação ‘não foi o ideal’, garantiu que ele e o grupo estão confiantes em um resultado positivo.

“Existe uma confiança de que a gente consiga reproduzir pelo menos parte daquilo que trabalhamos nesses 15 dias para que a gente tenha 90 minutos equilibrado. Essa expectativa tende a aumentar, mas a gente tem procurado gerar um ambiente de tranquilidade”, disse.

“Espero ver uma equipe equilibrada em todas as fases do jogo. Não posso aqui criar parâmetro em relação a equipe da Série C porque eu não estava aqui. Sem criar nenhum paralelo o que eu espero que a equipe tenha é equilíbrio”, ressaltou. 

Leston ainda falou do fator torcida. O jogo já vai contar com a presença tricolor nas arquibancadas e ele lembra que a última vez que trabalhou com público foi justamente no Santa em 2019.

“Um clube como o Santa Cruz que tem uma torcida tão especial isso acaba sendo potencializado. Tem um dado importante, meu último jogo com público foi dirigindo o Santa Cruz. Em 2019 quando saí daqui eu fui para o Floresta e já disputei a Série D em meio a pandemia. Meu último jogo e meu primeiro jogo pós pandemia foram aqui. Me sinto privilegiado por ter esses dois momentos com a torcida do Santa Cruz, que é uma torcida que mexe com todo mundo”, encerrou.

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