Programa SAGAZ aplica metodologias socioemocionais para jovens em vulnerabilidade social

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Ajudar o jovem a traçar uma nova trajetória para sua vida é o objetivo principal do Programa Sagaz, que integra os programas socioemocionais vinculados ao eixo de prevenção do Pacto Lajeado pela Paz. O primeiro ciclo de aplicação do programa ocorreu entre os meses de setembro e dezembro deste ano, envolvendo 10 jovens. Agora, o programa será avaliado e reestruturado para ser aplicado em 2022.

 

De acordo com a assistente social e coordenadora do programa, Bárbara Weber, o Sagaz é um programa destinado ao atendimento direto a jovens em situação de vulnerabilidade social. Em Lajeado, os participantes foram divididos em dois grupos, que se reuniam no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). O foco do programa foi possibilitar o estímulo à empatia, o controle de impulsividade, a regulação emocional, a identificação de valores pessoais, a resolução de problemas e outras habilidades socioemocionais.

 

O programa foi executado pelas facilitadoras Andréa de Espíndola e Suelen Giongo. A psicóloga Andréa de Espíndola explica que a técnica de atenção plena foi uma das mais utilizadas para trabalhar essas questões, como o controle da impulsividade dos jovens, por exemplo.

 

– O programa contribui para os adolescentes compreenderem que não podemos evitar sentimentos, mas podemos escolher o que fazer a respeito deles. Essa é uma ferramenta que o programa oferece: a capacidade de administrar conflitos, dúvidas e entender como lidar com os desafios e sofrimentos – contou Andréa.

 

Entre as atividades realizadas ao longo das semanas estavam a criação de crachás de identificação personalizados, aplicação de questionários do programa, encenação de teatro sobre as seis emoções básicas, jogo de bingo das emoções, além da construção de cartazes com os combinados para os grupos. Para engajar os participantes, as facilitadoras contam que recriaram os encontros atrelando os temas propostos com atividades mais dinâmicas e lúdicas, sem modificar o eixo teórico do programa. Música,  teatro, passeios e jogos fizeram parte dos encontros.

 

Além de ter impactado na vida dos participantes, o programa também fez a diferença na vida das próprias facilitadoras, que foram capacitadas para assumir este compromisso. Andréa explica que elas também perceberam a importância das técnicas de respiração e ainda aprenderam novas metodologias de trabalho que podem conduzir outros atendimentos.

 

Para aplicar o programa, professores e alunos tiveram acessos a materiais gráficos e livros com exercícios práticos. Além disso, os jovens também receberam um cartaz com os valores serenidade, autocontrole, garra, amizade e zelo,  para levar para casa.

 

O programa será reformulado para o ano de 2022, visando aprimorar a forma de atendimento e envolver mais jovens.

Créditos: Assessoria de Imprensa PML

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